Cultura

Dia Internacional da Poesia

  É com grande alegria que disponibilizamos a segunda edição de poemas com a temática bruxaria/espiritualidade. Nossa gratidão aos que colaboraram com essa iniciativa! Basta clicar na imagem acima para navegar entre os poemas. Você pode também realizar o download do arquivo em alta resolução (20mb) clicando neste link.

Hécate das encruzilhadas!

Falar de Hécate me é sempre prazeroso, e no dia de hoje tenho um motivo a mais para me alegrar! Pensei em fazer um texto explicativo, sugerir dicas para celebrá-la, mas quão grata foi a surpresa em ver que há um mar de informações corretas a respeito da rainha das bruxas sendo compartilhada. Isso aqueceu meu coração, pois é a prova de que muitos estão buscando alem das migalhas já

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Divagações da Alma Bruxa

A bruxa possui em seu interior o fogo transformador. Nela arde a chama do desejo. A bruxa seduz ou reduz com o olhar, suas palavras tem o dom de instigar ou oprimir. Ela é toda magia, veículo de uma volúpia que não pode ser contida. Há prazer e dor nas contrações que expressam seu ofício. E de onde vem tal poder? Nasce da excitação, não necessariamente sexual, que provoca a

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O Beijo

O beijo é símbolo máximo do amor, do respeito e da consideração. Expressa sentimentos de forma clara e oculta outros com maestria. Pode revelar o que as palavras calam ou ocultar o que a mente grita. Na cultura ocidental é tido como um gesto de afeto, usado para cumprimentar ou despedir-se dos amigos e conhecidos. Também demonstra desejo, sendo o componente ígneo para algo ainda mais íntimo e profundo. Beijar

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Dia Internacional da Poesia

Fique à vontade e desfrute de todas as poesias que recebemos nestes últimos dias. Nossa imensa gratidão a todas e todos que participaram desse importante trabalho. Para ler as poesias, vire as páginas como se estivesse lendo um livro.     Caso tenha interesse, você pode fazer o download deste material em formato PDF clicando no link abaixo: Download

Magia Draconiana IV: Partindo em Busca dos Dragões

Nos três artigos anteriores foi possível compartilhar um pouco do conhecimento básico e teórico a respeito do Mundo dos Dragões. Falamos sobre aquilo que eles são, aquilo que eles não são, viajamos juntos encontrando sua presença nas mais diversas culturas espalhadas pela humanidade e juntos pudemos decifrar um pouco desse tema tão mágico – para alguns, até mesmo enigmático. Tratar de um assunto tão sério quanto a Magia Draconiana pede

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Magia Draconiana III: Os Dragões nas Diferentes Culturas da Humanidade – Segunda Parte

Na primeira parte do artigo que leva esse mesmo título, discursamos sobre a presença dos dragões na Suméria e na Babilônia, falamos largamente sobre sua importância na cultura chinesa, e pudemos pincelar brevemente também a respeito deles na cultura Indiana, mitologias Persa e Egípcia. Agora, na segunda e última parte sobre os Dragões nas diferentes culturas da humanidade, veremos sua presença em algumas das mitologias nativas das Américas e da

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Magia Draconiana II: Os Dragões nas Diferentes Culturas da Humanidade – Primeira Parte

Seres alados com forma draco-ofidiana são encontrados em culturas presentes na Antiguidade, do Oriente ao Ocidente, e muitas dessas manifestações persistem vivas até os dias de hoje, sejam através de mitos, símbolos, cultos tradicionais e até mesmo cultos reconstrucionistas, como é o caso do Paganismo Contemporâneo e suas muitas vertentes. O objetivo desse texto é introduzir brevemente o conhecimento sobre a presença desses seres tão especiais nas culturas apresentadas a

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Magia Draconiana I: Desvendando o Mundo dos Dragões

Iniciamos aqui um apanhado de pequenos artigos, distribuídos em quatro partes. O objetivo deles é discursar brevemente a respeito da Magia Draconiana¹ e dos Seres denominados Dragões pela Magia. Muitas coisas são ditas sobre eles – e sobre elas também. Ou ainda paira a noção de que Dragões seriam somente seres de um único gênero? Absolutamente não! As Dragonesas também existem e estão em equivalência de importância e poder com

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Quatro Cântaros

MATAJI – As Mães Sagradas[1] Composição: Elisabet Just Coordenação das percussões: Fernanda de Paula Idealização: Elisabet Just, Fernanda de Paula, Marília de Zita e Mirela Cogoni Percussão: Fernanda de Paula e Marília de Zita Violoncelo: Mirela Cogoni Vozes: Fernanda de Paula, Elisabet Just e Marília de Zita Composto por quatro belas mulheres brasileiras (Elizabet Just, Fernanda de Paula, Marília Zita e Mirela Cogoni), o grupo musical denominado “QUATRO CÂNTAROS” explora

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